Blog da responsabilidade de Nelson Correia, Advogado, Vereador na Câmara Municipal de Penafiel, deputado na IX Legislatura e militante do Partido Socialista
Sexta-feira, 14 de Julho de 2006
ENTREVISTA DO 1.º MINISTRO


Nesta entrevista, mais uma vez, a senhora jornalista trouxe à colação a questão de saber se o 1.º Ministro aceitava o epíteto de arrogante, como muitos dos seus opositores, o qualificam.

Claro que José Sócrates só poderia responder que não. È que entre outros significados, arrogante é sinónimo de orgulhoso, magnifico, sublime, grandioso. Ora, ninguém de bom senso, se tem nessa conta.

Respondeu Sócrates que é persistente e não arrogante.
E respondeu bem, certamente que quem usa aquele termo para qualificar o 1.º ministro, não ousará usar o sinónimo insolente.

Os detractores de Sócrates quando o apelidam de arrogante, querem com isso significar, que o 1.º ministro é presunçoso, vaidoso, altivo, confundindo essa condição, com a da persistência, aquela que, na verdade, melhor se adequa ao nosso primeiro-ministro, como ficou demonstrado nesta entrevista.

Mais uma vez, José Sócrates demonstrou que é determinado, firme nos seus propósitos, constante nos objectivos e seguro nos argumentos.

A ideia central que esteve presente em todas as respostas do entrevistado aponta num sentido:

“Portugal tem o dever de mudar se quer vencer”

Para que Portugal mude, os propósitos da acção governativa devem apontar no sentido de

• “Colocar o Estado na Ordem” para que gaste apenas o que deve e pode.
• Melhorar a economia, apostando no ataque aos problemas estruturais, há muito diagnosticados, e que bloqueiam o desenvolvimento e o conhecimento.

José Sócrates deixou ainda uma mensagem, sobretudo dirigida aos sectores corporativos que, por norma, resistem ruidosamente à mudança; este governo é de decisão e de estabilidade.

Ao enfatizar as reformas mais contestadas, como é o caso daquelas que estão a ocorrer no ensino, José Sócrates mostrou que o rumo definido não será alterado, ao som de protestos, sejam eles bem ou mal, organizados.
Os ministros têm a certeza de que a sua cabeça não será servida na bandeja de qualquer sindicato.
O sentido e o ritmo das reformas, não conhecerá desvios.

Ficou clara a persistência do 1.º ministro.


publicado por pena-fiel às 10:07
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