Blog da responsabilidade de Nelson Correia, Advogado, Vereador na Câmara Municipal de Penafiel, deputado na IX Legislatura e militante do Partido Socialista
Domingo, 27 de Maio de 2007
As melhoras
Infelizmente, o vereador António França, vai suspender o seu mandato por seis meses, por razões de saúde. Vai a vereação ficar privada da garra, da capacidade de trabalho, da capacidade de procura e de argumentação, no sentido sempre de querer o melhor para a cidade e concelho de Penafiel. O Engº António França é um exemplo de luta e de saber fazer oposição, e fazer oposição a sério e não oposição colaborante como muitos profetas e iluminados defendem. Neste artigo, vem referido que o camarada António França gera ódios de estimação dentro do seu proprio partido, quando na realidade o seu partido deveria aproveitar as suas capacidades de oposição.
Fica um abraço meu e o desejo das melhoras e que volte rápido à vereação.



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As melhoras
Infelizmente, o vereador António França, vai suspender o seu mandato por seis meses, por razões de saúde. Vai a vereação ficar privada da garra, da capacidade de trabalho, da capacidade de procura e de argumentação, no sentido sempre de querer o melhor para a cidade e concelho de Penafiel. O Engº António França é um exemplo de luta e de saber fazer oposição, e fazer oposição a sério e não oposição colaborante como muitos profetas e iluminados defendem. Neste artigo, vem referido que o camarada António França gera ódios de estimação dentro do seu proprio partido, quando na realidade o seu partido deveria aproveitar as suas capacidades de oposição.
Fica um abraço meu e o desejo das melhoras e que volte rápido à vereação.



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Infelizmente, o vereador António França, vai suspender o seu mandato por seis meses, por razões de saúde. Vai a vereação ficar privada da garra, da capacidade de trabalho, da capacidade de procura e de argumentação, no sentido sempre de querer o melhor para a cidade e concelho de Penafiel. O Engº António França é um exemplo de luta e de saber fazer oposição, e fazer oposição a sério e não oposição colaborante como muitos profetas e iluminados defendem. Neste artigo, vem referido que o camarada António França gera ódios de estimação dentro do seu proprio partido, quando na realidade o seu partido deveria aproveitar as suas capacidades de oposição.
Fica um abraço meu e o desejo das melhoras e que volte rápido à vereação.



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Infelizmente, o vereador António França, vai suspender o seu mandato por seis meses, por razões de saúde. Vai a vereação ficar privada da garra, da capacidade de trabalho, da capacidade de procura e de argumentação, no sentido sempre de querer o melhor para a cidade e concelho de Penafiel. O Engº António França é um exemplo de luta e de saber fazer oposição, e fazer oposição a sério e não oposição colaborante como muitos profetas e iluminados defendem. Neste artigo, vem referido que o camarada António França gera ódios de estimação dentro do seu proprio partido, quando na realidade o seu partido deveria aproveitar as suas capacidades de oposição.
Fica um abraço meu e o desejo das melhoras e que volte rápido à vereação.



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Quarta-feira, 23 de Maio de 2007
Menos de paisagem
O Porto visto dos corredores do poder de Lisboa, é considerado uma espécie de Bósnia, sujeito aos humores de alguns, por lá, apelidados de caciques! É, para eles, terra de gente aventureira, pouco dada ao rigor, sempre entretida na intriga, incapaz de gerar uma grande ideia, um movimento mobilizador, determinar a agenda politica.

O último grande combate protagonizado pela gente do Porto foi a Regionalização.

Talvez, por isso mesmo, por ser um movimento que no Porto teve os principais impulsionadores, é que, de Lisboa, se apressaram a conjugar esforços pelo não, derrubando um imperativo constitucional, durante anos incontroverso e naquele referendo, transformado numa equação de difícil resolução.

Por força da manha dos instalados no poder, por definição centralistas, o referendo não passou de uma discussão de fronteiras; num pseudo combate ao despesismo.

O grande argumento contra a regionalização foi o de que iria multiplicar o número de cargos políticos e, dessa forma, onerar o orçamento do Estado.

Ardilosamente, os defensores do não, deixaram que na "paisagem", se consumissem em estéreis bairrismos, na luta pelas “capitais regionais” e pelas fronteiras de cada uma das regiões.

E, o que não era o cerne da questão, foi a razão de uma derrota...

As eleições intercalares de Lisboa vieram demonstrar que, afinal, é lá no coração do centralismo, que o despesismo reina e onde o número de cargos políticos prolifera.

A dívida da Câmara de Lisboa é superior ao conjunto da dívida de 14 Câmaras do Distrito do Porto!

E depois, de Lisboa dizem que é no Porto que estão todos os males da política!

Quanto aos cargos, ficámos a saber que nem os de Lisboa sabem quantos assessores a Câmara tem!

Se nem isso sabem, não custa nada admitir que, muito menos, saibam o que é que os ditos andam lá a fazer, se é que lá fazem alguma coisa!


Mas, ao fim do mês, recebem. E recebem bem, ao que dizem. E como Lisboa é um exemplo, todos comem pela mesma medida. Até os Vereadores da oposição têm direito a assessores. A muitos assessores!

O Porto goza da má fama. Lisboa tira-lhe o proveito.
Ao Porto, é fixado o rótulo de mau gestor. Só que quando comparado a Lisboa é o que se vê.

É verdade que nos corredores do poder, muita da gente que fabrica a ideia do Porto/Bósnia, do Porto/intriga, é do Norte. É do Porto...

A importância medida pelo número de vereadores, leva a que se conclua, como aqui que o Porto é paisagem.

A essa luz, porém, o distrito do Porto não passa de sombra!

Por via de regra, na maior parte das Câmaras do distrito, as oposições não têm assessores, nem secretárias, nem gabinete, nem papel!
Não têm nada, a não ser o direito que os eleitores lhes conferiram de tomar parte nas reuniões!


publicado por pena-fiel às 10:37
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Menos de paisagem
O Porto visto dos corredores do poder de Lisboa, é considerado uma espécie de Bósnia, sujeito aos humores de alguns, por lá, apelidados de caciques! É, para eles, terra de gente aventureira, pouco dada ao rigor, sempre entretida na intriga, incapaz de gerar uma grande ideia, um movimento mobilizador, determinar a agenda politica.

O último grande combate protagonizado pela gente do Porto foi a Regionalização.

Talvez, por isso mesmo, por ser um movimento que no Porto teve os principais impulsionadores, é que, de Lisboa, se apressaram a conjugar esforços pelo não, derrubando um imperativo constitucional, durante anos incontroverso e naquele referendo, transformado numa equação de difícil resolução.

Por força da manha dos instalados no poder, por definição centralistas, o referendo não passou de uma discussão de fronteiras; num pseudo combate ao despesismo.

O grande argumento contra a regionalização foi o de que iria multiplicar o número de cargos políticos e, dessa forma, onerar o orçamento do Estado.

Ardilosamente, os defensores do não, deixaram que na "paisagem", se consumissem em estéreis bairrismos, na luta pelas “capitais regionais” e pelas fronteiras de cada uma das regiões.

E, o que não era o cerne da questão, foi a razão de uma derrota...

As eleições intercalares de Lisboa vieram demonstrar que, afinal, é lá no coração do centralismo, que o despesismo reina e onde o número de cargos políticos prolifera.

A dívida da Câmara de Lisboa é superior ao conjunto da dívida de 14 Câmaras do Distrito do Porto!

E depois, de Lisboa dizem que é no Porto que estão todos os males da política!

Quanto aos cargos, ficámos a saber que nem os de Lisboa sabem quantos assessores a Câmara tem!

Se nem isso sabem, não custa nada admitir que, muito menos, saibam o que é que os ditos andam lá a fazer, se é que lá fazem alguma coisa!


Mas, ao fim do mês, recebem. E recebem bem, ao que dizem. E como Lisboa é um exemplo, todos comem pela mesma medida. Até os Vereadores da oposição têm direito a assessores. A muitos assessores!

O Porto goza da má fama. Lisboa tira-lhe o proveito.
Ao Porto, é fixado o rótulo de mau gestor. Só que quando comparado a Lisboa é o que se vê.

É verdade que nos corredores do poder, muita da gente que fabrica a ideia do Porto/Bósnia, do Porto/intriga, é do Norte. É do Porto...

A importância medida pelo número de vereadores, leva a que se conclua, como aqui que o Porto é paisagem.

A essa luz, porém, o distrito do Porto não passa de sombra!

Por via de regra, na maior parte das Câmaras do distrito, as oposições não têm assessores, nem secretárias, nem gabinete, nem papel!
Não têm nada, a não ser o direito que os eleitores lhes conferiram de tomar parte nas reuniões!


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Menos de paisagem
O Porto visto dos corredores do poder de Lisboa, é considerado uma espécie de Bósnia, sujeito aos humores de alguns, por lá, apelidados de caciques! É, para eles, terra de gente aventureira, pouco dada ao rigor, sempre entretida na intriga, incapaz de gerar uma grande ideia, um movimento mobilizador, determinar a agenda politica.

O último grande combate protagonizado pela gente do Porto foi a Regionalização.

Talvez, por isso mesmo, por ser um movimento que no Porto teve os principais impulsionadores, é que, de Lisboa, se apressaram a conjugar esforços pelo não, derrubando um imperativo constitucional, durante anos incontroverso e naquele referendo, transformado numa equação de difícil resolução.

Por força da manha dos instalados no poder, por definição centralistas, o referendo não passou de uma discussão de fronteiras; num pseudo combate ao despesismo.

O grande argumento contra a regionalização foi o de que iria multiplicar o número de cargos políticos e, dessa forma, onerar o orçamento do Estado.

Ardilosamente, os defensores do não, deixaram que na "paisagem", se consumissem em estéreis bairrismos, na luta pelas “capitais regionais” e pelas fronteiras de cada uma das regiões.

E, o que não era o cerne da questão, foi a razão de uma derrota...

As eleições intercalares de Lisboa vieram demonstrar que, afinal, é lá no coração do centralismo, que o despesismo reina e onde o número de cargos políticos prolifera.

A dívida da Câmara de Lisboa é superior ao conjunto da dívida de 14 Câmaras do Distrito do Porto!

E depois, de Lisboa dizem que é no Porto que estão todos os males da política!

Quanto aos cargos, ficámos a saber que nem os de Lisboa sabem quantos assessores a Câmara tem!

Se nem isso sabem, não custa nada admitir que, muito menos, saibam o que é que os ditos andam lá a fazer, se é que lá fazem alguma coisa!


Mas, ao fim do mês, recebem. E recebem bem, ao que dizem. E como Lisboa é um exemplo, todos comem pela mesma medida. Até os Vereadores da oposição têm direito a assessores. A muitos assessores!

O Porto goza da má fama. Lisboa tira-lhe o proveito.
Ao Porto, é fixado o rótulo de mau gestor. Só que quando comparado a Lisboa é o que se vê.

É verdade que nos corredores do poder, muita da gente que fabrica a ideia do Porto/Bósnia, do Porto/intriga, é do Norte. É do Porto...

A importância medida pelo número de vereadores, leva a que se conclua, como aqui que o Porto é paisagem.

A essa luz, porém, o distrito do Porto não passa de sombra!

Por via de regra, na maior parte das Câmaras do distrito, as oposições não têm assessores, nem secretárias, nem gabinete, nem papel!
Não têm nada, a não ser o direito que os eleitores lhes conferiram de tomar parte nas reuniões!


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O Porto visto dos corredores do poder de Lisboa, é considerado uma espécie de Bósnia, sujeito aos humores de alguns, por lá, apelidados de caciques! É, para eles, terra de gente aventureira, pouco dada ao rigor, sempre entretida na intriga, incapaz de gerar uma grande ideia, um movimento mobilizador, determinar a agenda politica.

O último grande combate protagonizado pela gente do Porto foi a Regionalização.

Talvez, por isso mesmo, por ser um movimento que no Porto teve os principais impulsionadores, é que, de Lisboa, se apressaram a conjugar esforços pelo não, derrubando um imperativo constitucional, durante anos incontroverso e naquele referendo, transformado numa equação de difícil resolução.

Por força da manha dos instalados no poder, por definição centralistas, o referendo não passou de uma discussão de fronteiras; num pseudo combate ao despesismo.

O grande argumento contra a regionalização foi o de que iria multiplicar o número de cargos políticos e, dessa forma, onerar o orçamento do Estado.

Ardilosamente, os defensores do não, deixaram que na "paisagem", se consumissem em estéreis bairrismos, na luta pelas “capitais regionais” e pelas fronteiras de cada uma das regiões.

E, o que não era o cerne da questão, foi a razão de uma derrota...

As eleições intercalares de Lisboa vieram demonstrar que, afinal, é lá no coração do centralismo, que o despesismo reina e onde o número de cargos políticos prolifera.

A dívida da Câmara de Lisboa é superior ao conjunto da dívida de 14 Câmaras do Distrito do Porto!

E depois, de Lisboa dizem que é no Porto que estão todos os males da política!

Quanto aos cargos, ficámos a saber que nem os de Lisboa sabem quantos assessores a Câmara tem!

Se nem isso sabem, não custa nada admitir que, muito menos, saibam o que é que os ditos andam lá a fazer, se é que lá fazem alguma coisa!


Mas, ao fim do mês, recebem. E recebem bem, ao que dizem. E como Lisboa é um exemplo, todos comem pela mesma medida. Até os Vereadores da oposição têm direito a assessores. A muitos assessores!

O Porto goza da má fama. Lisboa tira-lhe o proveito.
Ao Porto, é fixado o rótulo de mau gestor. Só que quando comparado a Lisboa é o que se vê.

É verdade que nos corredores do poder, muita da gente que fabrica a ideia do Porto/Bósnia, do Porto/intriga, é do Norte. É do Porto...

A importância medida pelo número de vereadores, leva a que se conclua, como aqui que o Porto é paisagem.

A essa luz, porém, o distrito do Porto não passa de sombra!

Por via de regra, na maior parte das Câmaras do distrito, as oposições não têm assessores, nem secretárias, nem gabinete, nem papel!
Não têm nada, a não ser o direito que os eleitores lhes conferiram de tomar parte nas reuniões!


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O Porto visto dos corredores do poder de Lisboa, é considerado uma espécie de Bósnia, sujeito aos humores de alguns, por lá, apelidados de caciques! É, para eles, terra de gente aventureira, pouco dada ao rigor, sempre entretida na intriga, incapaz de gerar uma grande ideia, um movimento mobilizador, determinar a agenda politica.

O último grande combate protagonizado pela gente do Porto foi a Regionalização.

Talvez, por isso mesmo, por ser um movimento que no Porto teve os principais impulsionadores, é que, de Lisboa, se apressaram a conjugar esforços pelo não, derrubando um imperativo constitucional, durante anos incontroverso e naquele referendo, transformado numa equação de difícil resolução.

Por força da manha dos instalados no poder, por definição centralistas, o referendo não passou de uma discussão de fronteiras; num pseudo combate ao despesismo.

O grande argumento contra a regionalização foi o de que iria multiplicar o número de cargos políticos e, dessa forma, onerar o orçamento do Estado.

Ardilosamente, os defensores do não, deixaram que na "paisagem", se consumissem em estéreis bairrismos, na luta pelas “capitais regionais” e pelas fronteiras de cada uma das regiões.

E, o que não era o cerne da questão, foi a razão de uma derrota...

As eleições intercalares de Lisboa vieram demonstrar que, afinal, é lá no coração do centralismo, que o despesismo reina e onde o número de cargos políticos prolifera.

A dívida da Câmara de Lisboa é superior ao conjunto da dívida de 14 Câmaras do Distrito do Porto!

E depois, de Lisboa dizem que é no Porto que estão todos os males da política!

Quanto aos cargos, ficámos a saber que nem os de Lisboa sabem quantos assessores a Câmara tem!

Se nem isso sabem, não custa nada admitir que, muito menos, saibam o que é que os ditos andam lá a fazer, se é que lá fazem alguma coisa!


Mas, ao fim do mês, recebem. E recebem bem, ao que dizem. E como Lisboa é um exemplo, todos comem pela mesma medida. Até os Vereadores da oposição têm direito a assessores. A muitos assessores!

O Porto goza da má fama. Lisboa tira-lhe o proveito.
Ao Porto, é fixado o rótulo de mau gestor. Só que quando comparado a Lisboa é o que se vê.

É verdade que nos corredores do poder, muita da gente que fabrica a ideia do Porto/Bósnia, do Porto/intriga, é do Norte. É do Porto...

A importância medida pelo número de vereadores, leva a que se conclua, como aqui que o Porto é paisagem.

A essa luz, porém, o distrito do Porto não passa de sombra!

Por via de regra, na maior parte das Câmaras do distrito, as oposições não têm assessores, nem secretárias, nem gabinete, nem papel!
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O Porto visto dos corredores do poder de Lisboa, é considerado uma espécie de Bósnia, sujeito aos humores de alguns, por lá, apelidados de caciques! É, para eles, terra de gente aventureira, pouco dada ao rigor, sempre entretida na intriga, incapaz de gerar uma grande ideia, um movimento mobilizador, determinar a agenda politica.

O último grande combate protagonizado pela gente do Porto foi a Regionalização.

Talvez, por isso mesmo, por ser um movimento que no Porto teve os principais impulsionadores, é que, de Lisboa, se apressaram a conjugar esforços pelo não, derrubando um imperativo constitucional, durante anos incontroverso e naquele referendo, transformado numa equação de difícil resolução.

Por força da manha dos instalados no poder, por definição centralistas, o referendo não passou de uma discussão de fronteiras; num pseudo combate ao despesismo.

O grande argumento contra a regionalização foi o de que iria multiplicar o número de cargos políticos e, dessa forma, onerar o orçamento do Estado.

Ardilosamente, os defensores do não, deixaram que na "paisagem", se consumissem em estéreis bairrismos, na luta pelas “capitais regionais” e pelas fronteiras de cada uma das regiões.

E, o que não era o cerne da questão, foi a razão de uma derrota...

As eleições intercalares de Lisboa vieram demonstrar que, afinal, é lá no coração do centralismo, que o despesismo reina e onde o número de cargos políticos prolifera.

A dívida da Câmara de Lisboa é superior ao conjunto da dívida de 14 Câmaras do Distrito do Porto!

E depois, de Lisboa dizem que é no Porto que estão todos os males da política!

Quanto aos cargos, ficámos a saber que nem os de Lisboa sabem quantos assessores a Câmara tem!

Se nem isso sabem, não custa nada admitir que, muito menos, saibam o que é que os ditos andam lá a fazer, se é que lá fazem alguma coisa!


Mas, ao fim do mês, recebem. E recebem bem, ao que dizem. E como Lisboa é um exemplo, todos comem pela mesma medida. Até os Vereadores da oposição têm direito a assessores. A muitos assessores!

O Porto goza da má fama. Lisboa tira-lhe o proveito.
Ao Porto, é fixado o rótulo de mau gestor. Só que quando comparado a Lisboa é o que se vê.

É verdade que nos corredores do poder, muita da gente que fabrica a ideia do Porto/Bósnia, do Porto/intriga, é do Norte. É do Porto...

A importância medida pelo número de vereadores, leva a que se conclua, como aqui que o Porto é paisagem.

A essa luz, porém, o distrito do Porto não passa de sombra!

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